A poesia adolescente mais banal do final de ano...
E o silêncio me afoga na angústia
O não saber se transforma na tortura
Amarga, volátil que me carrega em dias.
Supervalorizada você em meu coração
Que não recebe nenhum afeto, nem afeição
Mas chora a ponto de lembrar, dos olhos
Sorrisos, boca e abraços afeituosos.
Viajaria em linhas se fosse te encontrar
Perdida em alguma poesia barata de cantar
Mas não sei onde estás, onde foi parar
E não sorri mais depois de tudo que ouvi
E de tudo que você sentiu por mim também...
Sonho acordado nos dias ensolarados
A noite sou morto por pesadelos
Que me mostram sua ida para sempre
E eu fico sempre com braços a te esperar
Em um canto nosso, que possa te conhecer e mostrar
O quanto amor eu sinto e quanto amor posso te dar.
dezembro 28, 2005
dezembro 18, 2005
E das bolhas do universo fervido surgiu o caos...
Ficou paralisado ao ver afastar e desejar um final feliz para o estranho passageiro do lado. Quis meditar sobre as possíveis razões das estradas de vida. Gritou e fez chorar todos os que assistiam o espetáculo mudo-preto-branco-dinâmico... Foi por tudo o fim esperado e sacramentou o encontro da raiz real. A poesia ritmizada trilhou os caminhos obscursos com a beleza inevitável. E assim terminou a vida para o lindo casal de desconhecidos que praticavam a telepatia como hobby e busca de felicidade. Foi assim, sem um beijo ou atrito, um olhar ou compreensão, que tudo chegou no seu final... Sem aparência e ciência só para forçar a rima final eles continuaram suas vidas solitárias com o coração apertados e sedentos de felicidade. O telefone tocou e não quis atender pois já tinha se cansado do engano inventado do destino sortido. A carta chegou e sem o envelope foi queimada... Guardou porque tinha o endereço e pensou que algum dia de insônia bateria na porta do andar escolhido, e ali encontraria, talvez a companhia tenra, que sonhava nessas noites. Duplo sentido para tudo e não para qualquer coisa. É isso que fez o motivo da curva fechada.
Ficou paralisado ao ver afastar e desejar um final feliz para o estranho passageiro do lado. Quis meditar sobre as possíveis razões das estradas de vida. Gritou e fez chorar todos os que assistiam o espetáculo mudo-preto-branco-dinâmico... Foi por tudo o fim esperado e sacramentou o encontro da raiz real. A poesia ritmizada trilhou os caminhos obscursos com a beleza inevitável. E assim terminou a vida para o lindo casal de desconhecidos que praticavam a telepatia como hobby e busca de felicidade. Foi assim, sem um beijo ou atrito, um olhar ou compreensão, que tudo chegou no seu final... Sem aparência e ciência só para forçar a rima final eles continuaram suas vidas solitárias com o coração apertados e sedentos de felicidade. O telefone tocou e não quis atender pois já tinha se cansado do engano inventado do destino sortido. A carta chegou e sem o envelope foi queimada... Guardou porque tinha o endereço e pensou que algum dia de insônia bateria na porta do andar escolhido, e ali encontraria, talvez a companhia tenra, que sonhava nessas noites. Duplo sentido para tudo e não para qualquer coisa. É isso que fez o motivo da curva fechada.
dezembro 08, 2005
Não aplicável para um nome qualquer...
São os olhos de um poeta louco que contempla a noite. Um daqueles que ficou sozinho no caminho cantando poesias, cantando a vida. Estirado pela vida, sem direção ou destino. Tendo a tristeza, a angústia e as lágrimas como companheiras de viagem. Quis parar e saber dos significados do infinito virado para a mesma palavra. A raiva e a implacável solidão foram apresentadas e soube que estava perdido em uma caminho inexistente e populoso... Foi quando virou e contemplou o céu e passou a amar intensamente o impossível... Foi quando passou a sonhar e viu-se morto no destino da vida inteira.
São os olhos de um poeta louco que contempla a noite. Um daqueles que ficou sozinho no caminho cantando poesias, cantando a vida. Estirado pela vida, sem direção ou destino. Tendo a tristeza, a angústia e as lágrimas como companheiras de viagem. Quis parar e saber dos significados do infinito virado para a mesma palavra. A raiva e a implacável solidão foram apresentadas e soube que estava perdido em uma caminho inexistente e populoso... Foi quando virou e contemplou o céu e passou a amar intensamente o impossível... Foi quando passou a sonhar e viu-se morto no destino da vida inteira.
dezembro 04, 2005
Um dia como há muito não existia em vida...
Um caderno e sons melódicamentes tristes, uma seleção repleta de lágrimas e angústia... Pensamentos regados da melancolia mais profunda, lembranças e momentos... E nada saiu dessa mente pra escrita... Ficou mais um desses buracos no coração onde nada vive mais do que poucos momentos... A frieza natural do ser humano... Simplesmente cravei a espada mais profunda e deixei a dor tomar o controle da situação... Chorei pela falta e muito mais pelo não dizer... E tudo se perdeu...
Um caderno e sons melódicamentes tristes, uma seleção repleta de lágrimas e angústia... Pensamentos regados da melancolia mais profunda, lembranças e momentos... E nada saiu dessa mente pra escrita... Ficou mais um desses buracos no coração onde nada vive mais do que poucos momentos... A frieza natural do ser humano... Simplesmente cravei a espada mais profunda e deixei a dor tomar o controle da situação... Chorei pela falta e muito mais pelo não dizer... E tudo se perdeu...
novembro 14, 2005
Poesia adolescente mesclada com inocência...
A lua brilha ao longe, como você está longe de mim...
Tentando buscar significados pelas paredes do meu quarto,
pelas linhas poéticas e sem transversal.
Significados perdidos, eternas buscas.
Uma cor sem definição, uma viagem sem razão.
Isto é o amor puro e sem culpa.
Sem pretérito e nem imperfeição,
vivendo o presente do infinitivo com toda a sua colocação usual,
mas nunca prática e perfeita.
Nunca uma noção de realidade ou de intensidade,
Sempre o mesmo grau de psicodelismo e imaginativo.
As curvas do caminho ditam um ritmo cadenciado,
Que percorro em cegueira e melodia.
Por você, pelo seu amor e por um momento contigo.
Um sonho, uma viagem e um encontro.
Talvez pela luz da madrugada ou pelo reflexo do espelho,
Te vejo criar o redemoinho de sentimentos
E corro para alcançá-lo.
Sendo que sou mais um adolescente, sem saber de nada.
Cantando para uma folha rabiscada e pela mente alcoolizada.
Algo sem definição e incompleto de saturação.
--------
Nem revi o texto... É segunda-feira, véspera de feriado e acabei de escrever.
Do jeito que veio está aqui... Pode estar errado mas depois eu vejo e corrigo mentalmente....
É isso... Beijos e Abraços
A lua brilha ao longe, como você está longe de mim...
Tentando buscar significados pelas paredes do meu quarto,
pelas linhas poéticas e sem transversal.
Significados perdidos, eternas buscas.
Uma cor sem definição, uma viagem sem razão.
Isto é o amor puro e sem culpa.
Sem pretérito e nem imperfeição,
vivendo o presente do infinitivo com toda a sua colocação usual,
mas nunca prática e perfeita.
Nunca uma noção de realidade ou de intensidade,
Sempre o mesmo grau de psicodelismo e imaginativo.
As curvas do caminho ditam um ritmo cadenciado,
Que percorro em cegueira e melodia.
Por você, pelo seu amor e por um momento contigo.
Um sonho, uma viagem e um encontro.
Talvez pela luz da madrugada ou pelo reflexo do espelho,
Te vejo criar o redemoinho de sentimentos
E corro para alcançá-lo.
Sendo que sou mais um adolescente, sem saber de nada.
Cantando para uma folha rabiscada e pela mente alcoolizada.
Algo sem definição e incompleto de saturação.
--------
Nem revi o texto... É segunda-feira, véspera de feriado e acabei de escrever.
Do jeito que veio está aqui... Pode estar errado mas depois eu vejo e corrigo mentalmente....
É isso... Beijos e Abraços
novembro 02, 2005
Here with my own insignificance...
Mudamos... Nos apagamos de uma vida completa que poderia ser perfeita... Sumimos um do outro... E hoje somos irreconhecíveis... Nada que dure mais de cinco minutos... Não temos nada mais... Não sei se está bem, se está precisando de algo, se tem angústia naquelas noites que não consegue dormir... Não tenho coragem de te pedir ajuda mais... Distantes não se ajudam... Não sabe o que acontece e desconhece os fatores... Dói ver que já vivi por você e de nada adiantou... Nem sabia do seu carro como vou poder ajudar você com algo que te atrapalha na vida presente? As palavras que deveriam ser minhas é de outro alguém, minha função é feita por outros... E eu perdi o que mais prezo nessa vida... O significado... O meu nome... Não sou mais nada... E isso não se aplica só a você e sim a muitos... Mas me machuca o fato todo por você... Espero que esteja bem e que um dia eu possa entender e te ajudar no que for preciso... Até lá fico na lembrança das mensagens, conversas, passeios, momentos, risadas e ajudas... E sonhando algum dia para poder ter a esperança de batalhar para te ter junto denovo... Porque te amo mais do que deveria... E eu sei que não deveria ser assim...
Mudamos... Nos apagamos de uma vida completa que poderia ser perfeita... Sumimos um do outro... E hoje somos irreconhecíveis... Nada que dure mais de cinco minutos... Não temos nada mais... Não sei se está bem, se está precisando de algo, se tem angústia naquelas noites que não consegue dormir... Não tenho coragem de te pedir ajuda mais... Distantes não se ajudam... Não sabe o que acontece e desconhece os fatores... Dói ver que já vivi por você e de nada adiantou... Nem sabia do seu carro como vou poder ajudar você com algo que te atrapalha na vida presente? As palavras que deveriam ser minhas é de outro alguém, minha função é feita por outros... E eu perdi o que mais prezo nessa vida... O significado... O meu nome... Não sou mais nada... E isso não se aplica só a você e sim a muitos... Mas me machuca o fato todo por você... Espero que esteja bem e que um dia eu possa entender e te ajudar no que for preciso... Até lá fico na lembrança das mensagens, conversas, passeios, momentos, risadas e ajudas... E sonhando algum dia para poder ter a esperança de batalhar para te ter junto denovo... Porque te amo mais do que deveria... E eu sei que não deveria ser assim...
outubro 29, 2005
São os olhos de um poeta louco que contempla a noite...
Vivendo pelos pertences jogados na estrada do viver, as migalhas de sentimentos são os alimentos. E já foram um banquete de pássaros e humanos, regados com a pura lira e o concerto bonito de números aleatórios. Identidades queimadas, vidas arrancadas, desespero anatômico. Talvez se o amor não fosse o regente-mor existiria a alegria como parceira. E mesmo assim o caminho continuou, intenso e uniforme, com todas as características aquém universo. Medidas, paradigmas, fotos e vinil. Do acervo romântico não tinha espaço para mais nada, completo e saturado. Todos amavam demais, eram românticos demais, poesias demais... Mas faltava um pingo de realidade, um pingo da pinga mais artesanal. Faltava o choro do não correspondido, o choro da despedida quando se estava só, o platonismo imperial... Faltava um pouco de vida no mundo. As cores eram alegres, mas existem as cores tristes. E foi ali que começou a angústia... A saudade de sofrer, de viver e não saber se está certo ou errado... Começou ali a desmoronar a, até então chamada, linda perfeição. Nem deram atenção... Somente pelo fato da embriaguez acentuada, da cegueira nos olhos e de nunca ter entendido realmente o que fosse amar. E mais um canto enterrado com vida digna, no mundo de imagens alegres onde a tristeza é vista como demônio e repudiada da existência alheia. E o poeta ficou no caminho alimentando-se da sobra do mundo cartesiano.
Melancholy Sickness
Vivendo pelos pertences jogados na estrada do viver, as migalhas de sentimentos são os alimentos. E já foram um banquete de pássaros e humanos, regados com a pura lira e o concerto bonito de números aleatórios. Identidades queimadas, vidas arrancadas, desespero anatômico. Talvez se o amor não fosse o regente-mor existiria a alegria como parceira. E mesmo assim o caminho continuou, intenso e uniforme, com todas as características aquém universo. Medidas, paradigmas, fotos e vinil. Do acervo romântico não tinha espaço para mais nada, completo e saturado. Todos amavam demais, eram românticos demais, poesias demais... Mas faltava um pingo de realidade, um pingo da pinga mais artesanal. Faltava o choro do não correspondido, o choro da despedida quando se estava só, o platonismo imperial... Faltava um pouco de vida no mundo. As cores eram alegres, mas existem as cores tristes. E foi ali que começou a angústia... A saudade de sofrer, de viver e não saber se está certo ou errado... Começou ali a desmoronar a, até então chamada, linda perfeição. Nem deram atenção... Somente pelo fato da embriaguez acentuada, da cegueira nos olhos e de nunca ter entendido realmente o que fosse amar. E mais um canto enterrado com vida digna, no mundo de imagens alegres onde a tristeza é vista como demônio e repudiada da existência alheia. E o poeta ficou no caminho alimentando-se da sobra do mundo cartesiano.
Melancholy Sickness
outubro 24, 2005
Defino o tudo em pequenas palavras inexistentes...
Folheio as páginas despedaçadas pelas lágrimas, pelos gritos e da tristeza de um coração, que tentava mostrar vida. Revivi o mesmo sentimento, no mesmo lugar, da intensidade mãe seletiva, pude examinar a angústia. Novamente senti a mesma dor que brotava do peito, arrependido e sedento, que corroia como veneno as entranhas do corpo. Estranhei a mudança de tempo, os fatos no jornal, a música do rádio, o livro da cabeceira... Tudo era tão igual, familiar, e aconchegante. Exatamente o mesmo espelho puro da vida real. Indaguei, acordando do transe, e percebi as folhas poetizadas influenciadas pela música cadenciadamente linda e as lembranças, vivas na memória, espalhadas pelo quarto e novamente tentei buscar a vida perdida antes de amar tanto assim como amei... Em vida, sonho e luar...
Melancholy Sickness
Folheio as páginas despedaçadas pelas lágrimas, pelos gritos e da tristeza de um coração, que tentava mostrar vida. Revivi o mesmo sentimento, no mesmo lugar, da intensidade mãe seletiva, pude examinar a angústia. Novamente senti a mesma dor que brotava do peito, arrependido e sedento, que corroia como veneno as entranhas do corpo. Estranhei a mudança de tempo, os fatos no jornal, a música do rádio, o livro da cabeceira... Tudo era tão igual, familiar, e aconchegante. Exatamente o mesmo espelho puro da vida real. Indaguei, acordando do transe, e percebi as folhas poetizadas influenciadas pela música cadenciadamente linda e as lembranças, vivas na memória, espalhadas pelo quarto e novamente tentei buscar a vida perdida antes de amar tanto assim como amei... Em vida, sonho e luar...
Melancholy Sickness
outubro 16, 2005
Abençoado pelo copo o sentimento inerte...
E pelas noites quentes o amor rodou e vagou pelos trilhos do mundo e do sentimento. Trouxe para a mente os brinquedos predileto. O platonismo invadiu-me de maneira que só pude sonhar e reviver denovo toda a tristeza dos dias que passava escrevendo as poesias da vida. Não mudei simplesmente esfriei rente a morte, as músicas ganham o significado e agora choro ao invés de cantar. Mas lembro de cada linha e sei que tudo isso tem seu nome, tem sua marca e tem sua eterna presença. Acústica e terna a vida vai continuando, dedilhando sempre o momento e as marcas. Lembrando das ruas, da lua, das estrelas... Elas que sempre foram confidentes e testemunhas da escuridão e quando toca o som o meu semblante se abate e traz algumas marcas de tudo isso... Vivo meu presente e agora nada está comigo, tudo é um embalde nostálgico e redundante. E por incrível que pareça... Estou feliz neste caminho e nem vou sair... Tomara que tudo continue certo.
E pelas noites quentes o amor rodou e vagou pelos trilhos do mundo e do sentimento. Trouxe para a mente os brinquedos predileto. O platonismo invadiu-me de maneira que só pude sonhar e reviver denovo toda a tristeza dos dias que passava escrevendo as poesias da vida. Não mudei simplesmente esfriei rente a morte, as músicas ganham o significado e agora choro ao invés de cantar. Mas lembro de cada linha e sei que tudo isso tem seu nome, tem sua marca e tem sua eterna presença. Acústica e terna a vida vai continuando, dedilhando sempre o momento e as marcas. Lembrando das ruas, da lua, das estrelas... Elas que sempre foram confidentes e testemunhas da escuridão e quando toca o som o meu semblante se abate e traz algumas marcas de tudo isso... Vivo meu presente e agora nada está comigo, tudo é um embalde nostálgico e redundante. E por incrível que pareça... Estou feliz neste caminho e nem vou sair... Tomara que tudo continue certo.
outubro 06, 2005
E é completamente sem sentido...
O que pode-se contar de uma história não conhecida? De um conto sem final? De uma música sem notas? De um amor sem ser correspondido? É a mesma coisa que querer o dia na noite, o claro no escuro, o líquido no gasoso, o lido no não lido... Abstrações frutais de um mundo qualquer, ditado ou poetizado, crônico ou antológico... Tanto faz pois não se tem a certeza de nada... É o que querer fazer de triste no belo, no magnifício da derrota... É o adeus sem um sorriso, nem lágrima, nem um agradecimento... É um até breve sem data, sem dia, sem local... É um oi sem sentimento algum, um sorriso sem graça, um beijo sem paixão... Mundo infrutífero e sagaz, voraz e tolerante... Mas que continuamos regando os desejos de uma triste praia, repleta de sol quente e vento fresco... Regando um jardim de sonhos, magos e elfos... Delirando ao sabor das drogas um mundo impossível de se existir...
O que pode-se contar de uma história não conhecida? De um conto sem final? De uma música sem notas? De um amor sem ser correspondido? É a mesma coisa que querer o dia na noite, o claro no escuro, o líquido no gasoso, o lido no não lido... Abstrações frutais de um mundo qualquer, ditado ou poetizado, crônico ou antológico... Tanto faz pois não se tem a certeza de nada... É o que querer fazer de triste no belo, no magnifício da derrota... É o adeus sem um sorriso, nem lágrima, nem um agradecimento... É um até breve sem data, sem dia, sem local... É um oi sem sentimento algum, um sorriso sem graça, um beijo sem paixão... Mundo infrutífero e sagaz, voraz e tolerante... Mas que continuamos regando os desejos de uma triste praia, repleta de sol quente e vento fresco... Regando um jardim de sonhos, magos e elfos... Delirando ao sabor das drogas um mundo impossível de se existir...
outubro 01, 2005
Tentando rimar a incerteza...
A noite calou pela última vez da janela mundial. Ruídos foram ouvidos do outro lado mas foi o rangido da tristeza que tomou conta de todo o ambiente. Foi crescendo e personificando, marcas apareceram nas paredes, lembranças viveram na mente pertubarda e o choro veio completar a cena. A noite teve tudo de novo mas nada foi inédito. Há tempos não se recolhia ao pesadelo do viver, há tempos não escrevia a lira incerta do sentir, há tempos não sentia a dor do coração batendo pelo platônico. Tudo foi crescendo e intensificada foi a boreal que surgiu no esplêndor. As mãos tremeram enquanto secava o sangue que percorria o corpo. A depressão estampada nos momentos só era quebrada pela força que a tristeza gerenciava a vida. Nada de mudanças, nada de evolução. A dor implacada era a mesma de todos os dias, as forças não existiam mais nas veias do corpo. Corpo este que suplicava pelo fim de tantas coisas ruins e tentava lembrar como era bom sonhar e viver...
A noite calou pela última vez da janela mundial. Ruídos foram ouvidos do outro lado mas foi o rangido da tristeza que tomou conta de todo o ambiente. Foi crescendo e personificando, marcas apareceram nas paredes, lembranças viveram na mente pertubarda e o choro veio completar a cena. A noite teve tudo de novo mas nada foi inédito. Há tempos não se recolhia ao pesadelo do viver, há tempos não escrevia a lira incerta do sentir, há tempos não sentia a dor do coração batendo pelo platônico. Tudo foi crescendo e intensificada foi a boreal que surgiu no esplêndor. As mãos tremeram enquanto secava o sangue que percorria o corpo. A depressão estampada nos momentos só era quebrada pela força que a tristeza gerenciava a vida. Nada de mudanças, nada de evolução. A dor implacada era a mesma de todos os dias, as forças não existiam mais nas veias do corpo. Corpo este que suplicava pelo fim de tantas coisas ruins e tentava lembrar como era bom sonhar e viver...
setembro 22, 2005
E tudo ficou perdido em um olhar...
Os olhos cintilaram mais uma vez para acostumar a solidão fria. A boca, seca pela angústia, buscava o ardor refrescante nos pingos de saliva que ainda eram produzidos. A tristeza era implacada nas pontadas de dor que sentia a cada novo minuto. E tudo, tudo mesmo, começou a deslocar para um mundo novo e triste. As coisas novas ganharam significados sem sentimentos, as antigas foram, gradativamente, perdendo o seu em meio a revolução. Um novo vôo, um novo começar. Essa era a idéia inicial. Matutava com os pés no chão e racionalmente, mas sua mente viajava e trazia o sabor lindo e convidativo do novo. Demorou até dizer sim. Como um casamento a união era até que a morte o separassem. Foram em destino ao nada, ao vazio e ao redor. Visto o vale repleto de tristeza e arrependimento que vivia, só teve a alternativa de lembrar, de sonhar denovo, do velho, do antigo, do minucioso passado. Escreveu, gritou, chorou e cantou. Livre, preso, acorrentado a uma vida boa e agarrado pelas garras da depressão. Esse sempre foi o seu cenário, esse sempre foi seu sentimento com o todo. Criou seu mundo, mas nunca esqueceu do que ele vivia. Tentava em alternativas extremas melhorar, nunca o conseguiu. Só poderia terminar ali, no seu leito, no seu sempre companheiro. O seu fim, não foi gravado e muito menos escrito. Foi simples e sentido. Foi perdido e assistido pela mesma solidão que casou anos atrás.
Os olhos cintilaram mais uma vez para acostumar a solidão fria. A boca, seca pela angústia, buscava o ardor refrescante nos pingos de saliva que ainda eram produzidos. A tristeza era implacada nas pontadas de dor que sentia a cada novo minuto. E tudo, tudo mesmo, começou a deslocar para um mundo novo e triste. As coisas novas ganharam significados sem sentimentos, as antigas foram, gradativamente, perdendo o seu em meio a revolução. Um novo vôo, um novo começar. Essa era a idéia inicial. Matutava com os pés no chão e racionalmente, mas sua mente viajava e trazia o sabor lindo e convidativo do novo. Demorou até dizer sim. Como um casamento a união era até que a morte o separassem. Foram em destino ao nada, ao vazio e ao redor. Visto o vale repleto de tristeza e arrependimento que vivia, só teve a alternativa de lembrar, de sonhar denovo, do velho, do antigo, do minucioso passado. Escreveu, gritou, chorou e cantou. Livre, preso, acorrentado a uma vida boa e agarrado pelas garras da depressão. Esse sempre foi o seu cenário, esse sempre foi seu sentimento com o todo. Criou seu mundo, mas nunca esqueceu do que ele vivia. Tentava em alternativas extremas melhorar, nunca o conseguiu. Só poderia terminar ali, no seu leito, no seu sempre companheiro. O seu fim, não foi gravado e muito menos escrito. Foi simples e sentido. Foi perdido e assistido pela mesma solidão que casou anos atrás.
agosto 28, 2005
E isso tudo é o mesmo de você
E tá tudo bem. Estou certo no meu caminho, nao irei desviar jamais... Continuo seguindo as rotas estranhas, os caminhos tortos e sinuosos do mundo que me impõe a exercer minhas energias na caminhada e ver se existirá alguma compensação depois... A vida é algo surreal e deve-se ser levada ao seu mais perfeito significado... No ritmo que te faça urrar, te faça ser um feitiço da maneira pura e correta... Sobre mim tudo cai e perde-se no signifcado que acho para as coisas que eu faço e continuo indo... Os dedos correm nas teclas e tudo perde seu sentido inicial por tudo ser feito de unicelularidade... Estou embriagado... Gostaria de dizer que sonhei com você... Que gosto de você... E que um dia agente ainda vai se entender.... E isso que espero com toda certeza do mundo...
E tá tudo bem. Estou certo no meu caminho, nao irei desviar jamais... Continuo seguindo as rotas estranhas, os caminhos tortos e sinuosos do mundo que me impõe a exercer minhas energias na caminhada e ver se existirá alguma compensação depois... A vida é algo surreal e deve-se ser levada ao seu mais perfeito significado... No ritmo que te faça urrar, te faça ser um feitiço da maneira pura e correta... Sobre mim tudo cai e perde-se no signifcado que acho para as coisas que eu faço e continuo indo... Os dedos correm nas teclas e tudo perde seu sentido inicial por tudo ser feito de unicelularidade... Estou embriagado... Gostaria de dizer que sonhei com você... Que gosto de você... E que um dia agente ainda vai se entender.... E isso que espero com toda certeza do mundo...
agosto 25, 2005
E hoje completa aniversário...
Fazem dois anos que eu to sem uma ligação para ver se está tudo bem... Fazem dois anos que ninguém me faz o melhor brigadeiro do mundo... Fazem dois anos que eu não como a única almondega que me deixava delirando... Fazem dois anos que eu não beijo o rosto mais companheiro que eu tive em vida... Fazem dois anos que eu não ganho bombinhas de chocolate... Fazem dois anos que eu não mais a vejo, a abraço, a acompanho... Minha vó se foi... Há longos dois anos... Era uma segunda-feira, chuvosa e fria de Santos... Eu vi seus olhos fechados, sem o brilho, sem o verde básico que os coloria... Vi seu corpo deitado, esticado na posição que ela detestava dormir por causa da perna... Ali eu tive a certeza que ela não iria mais levantar... Hoje sobram as lembranças, hoje sobram as histórias, hoje sobram os momentos... Momentos que eu tive, que eu presenciei... E me emociona lembrar que no domingo eu a beijei e pedi um brigadeiro e ela se desculpou por estar naquele estado... Eu sorri e disse "Vó... Pelo amor de deus... Eu não vou morrer por isso... Você ainda vai me fazer muitos e muitos..." ela riu encabulada... Talvez ela sentisse que o fim estava próximo... Talvez eu soubesse... Mas sempre preferi o otimismo... E mesmo assim não me arrependo de não ter feito algo com ela... E a sinto todos os dias... Ao rezar, ao pedir proteção, na angústia, no nervosismo... Eu sinto uma força comigo que só pode ser dela... E vó linda!!!!!! Saudades de você! Te amo... E conto os dias para podermos nos reencontrar... Em outro plano, em outros aspectos... Mas sempre presentes... Linda... Continue sempre rogando por nós... Pois sentimos sua falta... E como eu cantei para você na semana retrasada... "Você é a única, que me entende, que me protege com todas as mãos.. E mesmo que aconteça tudo eu continuarei a idolatrar... a idolatra você que é meu sol... Você é a única" Eu te amo linda... Saudades...
Fazem dois anos que eu to sem uma ligação para ver se está tudo bem... Fazem dois anos que ninguém me faz o melhor brigadeiro do mundo... Fazem dois anos que eu não como a única almondega que me deixava delirando... Fazem dois anos que eu não beijo o rosto mais companheiro que eu tive em vida... Fazem dois anos que eu não ganho bombinhas de chocolate... Fazem dois anos que eu não mais a vejo, a abraço, a acompanho... Minha vó se foi... Há longos dois anos... Era uma segunda-feira, chuvosa e fria de Santos... Eu vi seus olhos fechados, sem o brilho, sem o verde básico que os coloria... Vi seu corpo deitado, esticado na posição que ela detestava dormir por causa da perna... Ali eu tive a certeza que ela não iria mais levantar... Hoje sobram as lembranças, hoje sobram as histórias, hoje sobram os momentos... Momentos que eu tive, que eu presenciei... E me emociona lembrar que no domingo eu a beijei e pedi um brigadeiro e ela se desculpou por estar naquele estado... Eu sorri e disse "Vó... Pelo amor de deus... Eu não vou morrer por isso... Você ainda vai me fazer muitos e muitos..." ela riu encabulada... Talvez ela sentisse que o fim estava próximo... Talvez eu soubesse... Mas sempre preferi o otimismo... E mesmo assim não me arrependo de não ter feito algo com ela... E a sinto todos os dias... Ao rezar, ao pedir proteção, na angústia, no nervosismo... Eu sinto uma força comigo que só pode ser dela... E vó linda!!!!!! Saudades de você! Te amo... E conto os dias para podermos nos reencontrar... Em outro plano, em outros aspectos... Mas sempre presentes... Linda... Continue sempre rogando por nós... Pois sentimos sua falta... E como eu cantei para você na semana retrasada... "Você é a única, que me entende, que me protege com todas as mãos.. E mesmo que aconteça tudo eu continuarei a idolatrar... a idolatra você que é meu sol... Você é a única" Eu te amo linda... Saudades...
agosto 21, 2005
Frutos caindo de uma tarde dominical...
A vida é um jogo, onde somos peças fundamentadas na vitória e no, tão famoso, ganha x perde. Somos artistas dedicados e corretos, pois a arte não passa de sinais perceptivos, constituindo assim uma definição melhor para nós. Sobrevivemos pois temos a criatividade do viver a cada segundo, a cada passo, a cada escolha, a cada vitória e a cada derrota, somos criativos pois percebemos as mudanças do mundo, percebemos os sinais da arte. Cidade não é somente um conjunto de prédios e pessoas... Cidade é o completo, luzes, pessoas, barulhos, muros, andares, cheiros... Tudo é uma cidade, tudo tem vida, tudo tem sua definição... Personalidade é a máscara que criamos para os outros pensarem que somos sinceros e fortes... Persona é como era chamada a máscara no teatro grego que dá origem a palavra. Conforme moldamos nossa personalidade acabamos pensando. Conforme pensamos acabamos existindo. Conforme existimos acabamos vivendo. Conforme vivemos acabamos criativos. Conforme criativos acabamos artistas. Conforme artistas acabamos perceptivos. Conforme perceptivos somos peças. E conforme peças acabamos modelando nossa personalidade para a vitória... Fechando assim o ciclo explicativo da filosofia humana, da filosofia do ser e dos diversos contos e histórias que definem o mundo que conhecemos...
A vida é um jogo, onde somos peças fundamentadas na vitória e no, tão famoso, ganha x perde. Somos artistas dedicados e corretos, pois a arte não passa de sinais perceptivos, constituindo assim uma definição melhor para nós. Sobrevivemos pois temos a criatividade do viver a cada segundo, a cada passo, a cada escolha, a cada vitória e a cada derrota, somos criativos pois percebemos as mudanças do mundo, percebemos os sinais da arte. Cidade não é somente um conjunto de prédios e pessoas... Cidade é o completo, luzes, pessoas, barulhos, muros, andares, cheiros... Tudo é uma cidade, tudo tem vida, tudo tem sua definição... Personalidade é a máscara que criamos para os outros pensarem que somos sinceros e fortes... Persona é como era chamada a máscara no teatro grego que dá origem a palavra. Conforme moldamos nossa personalidade acabamos pensando. Conforme pensamos acabamos existindo. Conforme existimos acabamos vivendo. Conforme vivemos acabamos criativos. Conforme criativos acabamos artistas. Conforme artistas acabamos perceptivos. Conforme perceptivos somos peças. E conforme peças acabamos modelando nossa personalidade para a vitória... Fechando assim o ciclo explicativo da filosofia humana, da filosofia do ser e dos diversos contos e histórias que definem o mundo que conhecemos...
agosto 16, 2005
Sem uma racionalidade continuamos...
Quem nunca chorou por amor... Quem nunca sonhou com as curvas do destino... Quem nunca sonhou acordado o momento... Quem nunca tentou achar a solução nas equações impossíveis do sentimento... Andei, vivi, sonhei, chorei, busquei, fiquei... Na solidão buscava o afeto, na companhia o prazer, nos sonhos a perfeição, na vida a solução... Caminhei por muitos e muitos caminhos, muitos e muitos anos, muitas e muitas tentativas em vão, talvez não, foram proclamadas do meu peito. E depois de tantos anos, de tantas derrotas e poucas vitórias... Ainda clamo do mesmo peito, sonho no mesmo quarto, vivo a mesma vida e tenho a mesma mente... O platonismo arcaico rege a vida sentimental e não existe mudança prazerosa neste plano transversal... O caminho ainda está para ser trilhado e o final longe de ser alcançado... Ainda hão de cair lágrimas, hão de existir sonhos, hão de existir momentos... E isso que faz a vida valer a pena...
Quem nunca chorou por amor... Quem nunca sonhou com as curvas do destino... Quem nunca sonhou acordado o momento... Quem nunca tentou achar a solução nas equações impossíveis do sentimento... Andei, vivi, sonhei, chorei, busquei, fiquei... Na solidão buscava o afeto, na companhia o prazer, nos sonhos a perfeição, na vida a solução... Caminhei por muitos e muitos caminhos, muitos e muitos anos, muitas e muitas tentativas em vão, talvez não, foram proclamadas do meu peito. E depois de tantos anos, de tantas derrotas e poucas vitórias... Ainda clamo do mesmo peito, sonho no mesmo quarto, vivo a mesma vida e tenho a mesma mente... O platonismo arcaico rege a vida sentimental e não existe mudança prazerosa neste plano transversal... O caminho ainda está para ser trilhado e o final longe de ser alcançado... Ainda hão de cair lágrimas, hão de existir sonhos, hão de existir momentos... E isso que faz a vida valer a pena...
agosto 15, 2005
O cheiro fez com que perdesse o espetáculo...
Eu me sinto arrependido, acuado, insignificante e indiferente. Triste, amedrontado, envergonhado e prisioneiro. Fraco, embriagado, enojado e doente. Enjoado, Tubérculo, Gripado e Apaixonado. Com junções de sentimento eu não sei porque fui, não sei porque fiz, não sei porque usei, Não sei porque olhei... Senti o gosto sabor do arrependimento e não mudei-o com o álcool e nem com a liberdade. Não interferi no caminhar da sociedade e do mundo, não demonstrei meu descontentamento, não disse... Vivi na intensidade necessária, remexi com o gosto necessário, em berço esplêndido cheguei ao finalmente... Mas não disse tudo que queria... E talvez deveria ter dito... E talvez esse seja o fim bordado em um pano qualquer do fundo do mundo...
Eu me sinto arrependido, acuado, insignificante e indiferente. Triste, amedrontado, envergonhado e prisioneiro. Fraco, embriagado, enojado e doente. Enjoado, Tubérculo, Gripado e Apaixonado. Com junções de sentimento eu não sei porque fui, não sei porque fiz, não sei porque usei, Não sei porque olhei... Senti o gosto sabor do arrependimento e não mudei-o com o álcool e nem com a liberdade. Não interferi no caminhar da sociedade e do mundo, não demonstrei meu descontentamento, não disse... Vivi na intensidade necessária, remexi com o gosto necessário, em berço esplêndido cheguei ao finalmente... Mas não disse tudo que queria... E talvez deveria ter dito... E talvez esse seja o fim bordado em um pano qualquer do fundo do mundo...
agosto 04, 2005
O atrito entre desconhecidos podem ser diversas coisas...
Abençoado por um pesadelo acordado vaguei por entre ruas e ladeiras, ladrilhos e azuleijos. Salvei o meu coração da doença, mas nunca da angústia, muito menos da saudade que sinto. Saudades essa que vivo e atormenta a cada minuto que passo, deitado ao relento das estrelas, tentando achar o caminho entre seus brilhos e curvas. Coragem só tem quando alguém ao seu lado te conforta e te traz a luz da felicidade, o cheiro de completo, a razão do viver. Sinto muito as vezes que possa andar confuso pelos amores, seguindo algumas direções fantasiadas pelos olhos e bocas. No final eu já sei que encontrarei a mesma parede de lágrimas lamentáveis, de sufoco e depressão. Relevar a vida é assim mesmo... Sentir o amor e não tocá-lo, tê-lo e nunca possuí-lo... Talvez pelos quilômetros e muito provavelmente por causa do vento que traz as impurezas para a vida. Cabe a impossível maneira de aceitar...
Abençoado por um pesadelo acordado vaguei por entre ruas e ladeiras, ladrilhos e azuleijos. Salvei o meu coração da doença, mas nunca da angústia, muito menos da saudade que sinto. Saudades essa que vivo e atormenta a cada minuto que passo, deitado ao relento das estrelas, tentando achar o caminho entre seus brilhos e curvas. Coragem só tem quando alguém ao seu lado te conforta e te traz a luz da felicidade, o cheiro de completo, a razão do viver. Sinto muito as vezes que possa andar confuso pelos amores, seguindo algumas direções fantasiadas pelos olhos e bocas. No final eu já sei que encontrarei a mesma parede de lágrimas lamentáveis, de sufoco e depressão. Relevar a vida é assim mesmo... Sentir o amor e não tocá-lo, tê-lo e nunca possuí-lo... Talvez pelos quilômetros e muito provavelmente por causa do vento que traz as impurezas para a vida. Cabe a impossível maneira de aceitar...
julho 28, 2005
De Adeus em Adeus Terminou o Jogo...
Os olhos já não conversam, os pés não se tocam, as mãos não se beijam. O brilho da noite foi extinto fazendo chorar as margaridas azuis. Do início ao fim, lembranças amontoam-se para o filme sem nexo. Constituindo assim, nenhuma explicação convincente. As provas foram feitas na média arrendondada e a vassoura varreu para o coração as lágrimas de areia. Os sapatos fizeram o caminho em meio ao gelo e sal e as mãos refugavam para apagá-los. A dor era intestinal e as roupas criaram um tapete por onde os astros estrelares passavam. Um após três e sucessivamente, mostravam a futilidade do amor. Ensinaram a redundância, explicaram as cores, mostraram a dieta. A flora cantou singularidade e a fauna urrou sua especialidade. Os cães ladraram e tudo ganhou o ritmo sereno. Menos o abraço carinhoso, o beijo multifocal, o atrito especial... Esses tiveram a toalha jogada do canto do ringue... Poetizando o fim sem-graça pois não aguentariam a avalanche que estaria por vir...
Os olhos já não conversam, os pés não se tocam, as mãos não se beijam. O brilho da noite foi extinto fazendo chorar as margaridas azuis. Do início ao fim, lembranças amontoam-se para o filme sem nexo. Constituindo assim, nenhuma explicação convincente. As provas foram feitas na média arrendondada e a vassoura varreu para o coração as lágrimas de areia. Os sapatos fizeram o caminho em meio ao gelo e sal e as mãos refugavam para apagá-los. A dor era intestinal e as roupas criaram um tapete por onde os astros estrelares passavam. Um após três e sucessivamente, mostravam a futilidade do amor. Ensinaram a redundância, explicaram as cores, mostraram a dieta. A flora cantou singularidade e a fauna urrou sua especialidade. Os cães ladraram e tudo ganhou o ritmo sereno. Menos o abraço carinhoso, o beijo multifocal, o atrito especial... Esses tiveram a toalha jogada do canto do ringue... Poetizando o fim sem-graça pois não aguentariam a avalanche que estaria por vir...
julho 24, 2005
E eu pensei tanto em você...
Era uma floresta ou algo do genero romanticamente repleto. Era aquilo e nada ao redor, nada ao relento, nada costumeiro e voraz. Tempo inflável como bonecos de cera, segundos repletos de angústia marcavam os passos cronometrados. As luzes se alternavam como as águas dançantes do parque. E foi nesse meio tempo, neste palco que surgiu a normalidade dos dias, a sensação do dever cumprido, o coroar dos portões. Todos os objetos curvos e pardos aplaudiram com sono e o tédio alegre. Os papéis relincharam e os quadros pararam para sempre o seu foco. Foi aí que eu peguei meu estojo mágico e poetisei essa aurora boreal do espetáculo de um sonho, de uma vida cotidiana e sem espetáculo. Como a fuga para a liberdade, o beijo marcado, o encontro no escuro, a viagem dos sonhos, o amor perfeito. Nada, sem sombra de dúvida. Foi assim que comecei a amar...
Era uma floresta ou algo do genero romanticamente repleto. Era aquilo e nada ao redor, nada ao relento, nada costumeiro e voraz. Tempo inflável como bonecos de cera, segundos repletos de angústia marcavam os passos cronometrados. As luzes se alternavam como as águas dançantes do parque. E foi nesse meio tempo, neste palco que surgiu a normalidade dos dias, a sensação do dever cumprido, o coroar dos portões. Todos os objetos curvos e pardos aplaudiram com sono e o tédio alegre. Os papéis relincharam e os quadros pararam para sempre o seu foco. Foi aí que eu peguei meu estojo mágico e poetisei essa aurora boreal do espetáculo de um sonho, de uma vida cotidiana e sem espetáculo. Como a fuga para a liberdade, o beijo marcado, o encontro no escuro, a viagem dos sonhos, o amor perfeito. Nada, sem sombra de dúvida. Foi assim que comecei a amar...